O presidente do Kennedy Center, Richard Grenell, está contando a narrativa depois que um ato musical de longa data se tornou o último a sair desde a cafona mudança de nome do local de artes cênicas. A Ópera Nacional de Washington anunciou na sexta-feira que estava deixando o Kennedy Center após mais de 50 anos de residência lá. O grupo disse à NPR que a separação foi amigável e surgiu como resultado do novo modelo de negócios do local, que exige que os artistas financiem integralmente suas produções com antecedência. “As companhias de ópera normalmente cobrem apenas 30-60% dos custos através da venda de bilhetes, sendo o restante proveniente de subvenções e doações que não podem ser garantidas com anos de antecedência, quando as produções devem ser planeadas”, disse o grupo num comunicado à emissora pública.