Jeff Bezos diz ‘Eu adoraria ver um trilhão de humanos vivendo no sistema solar’ – então poderíamos ter ‘1.000 Mozarts e 1.000 Einsteins’

Fundador da Amazon Jeff Bezos não está pensando pequeno. Ele está pensando em um trilhão de pessoas.

No “Lex Fridman Podcast” de 2023, Bezos apresentou uma visão que parece mais ficção científica do que um plano de negócios – mas, em sua mente, é baseada na física e na escala.

“Eu adoraria ver um trilhão de humanos vivendo no sistema solar. Se tivéssemos um trilhão de humanos, teríamos, a qualquer momento, 1.000 Mozarts e 1.000 Einsteins”, disse Bezos. “Que nosso sistema solar seja cheio de vida, inteligência e energia. E podemos facilmente apoiar uma civilização tão grande com todos os recursos do sistema solar.”

Não perca:

Ele não parou por aí.

“A única maneira de chegar a essa visão é com estações espaciais gigantes”, disse Bezos. “As superfícies planetárias são muito pequenas.”

Planetas não são a resposta

O argumento de Bezos é simples. Os planetas têm limites.

A Terra sustenta cerca de 8 bilhões de pessoas hoje. Aumentar esse número, mesmo que seja apenas uma fração do que Bezos está falando, levaria qualquer planeta a ultrapassar seus limites físicos. Há um limite de terra, energia e espaço utilizável para todos.

É por isso que ele descartou inteiramente os planetas como a solução de longo prazo. Em suas palavras, eles são muito pequenos.

Em vez disso, o foco muda para o próprio espaço.

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A verdadeira aposta são cidades flutuantes

Bezos aponta para estações espaciais rotativas massivas – estruturas que poderiam funcionar como mundos autossuficientes. Construídos com materiais da Lua ou de asteroides próximos, esses habitats girariam para simular a gravidade e abrigar cidades, fazendas e indústrias inteiras.

“Acho que a maioria das pessoas vai querer viver perto da Terra, não necessariamente na órbita terrestre, mas perto da vizinhança da Terra”, disse Bezos no podcast.

A vantagem é a escala. O espaço oferece muito mais matérias-primas e energia solar constante do que qualquer planeta jamais poderia oferecer. Construa um número suficiente destas estações e o limite máximo da população humana e da produtividade começará a parecer muito mais elevado.

É aí que entra sua linha de Mozart e Einstein. Mais pessoas, em sua opinião, significa mais avanços, mais criatividade e mais progresso acontecendo ao mesmo tempo.

Também se relaciona com a sua ideia de longa data de que a Terra deveria ser preservada em vez de construída demais – mais como uma base protegida do que como um centro industrial.

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Grande visão, construção lenta

Bezos não traçou um cronograma passo a passo, mas foi consistente quanto ao ponto de partida. Reduza o custo de levar materiais para o espaço e depois construa usando o que já existe.

É aí que se encaixa sua empresa, a Blue Origin. Seu foguete de carga pesada New Glenn faz parte dessa base inicial, mesmo que habitats espaciais gigantes ainda estejam a décadas de distância.

A conclusão não é que um trilhão de pessoas no espaço esteja chegando. É que Bezos vê um caminho onde o crescimento não atinge uma parede – apenas sai do planeta.

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