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O Departamento de Justiça teria instruído a sua divisão de direitos civis a investigar a ex-assessora da Casa Branca Cassidy Hutchinson, que testemunhou contra o presidente Donald Trump após a insurreição de 6 de janeiro de 2021.
A investigação parece concentrar-se em parte nas acusações de Hutchinson ter mentido ao Congresso, informou o The New York Times na terça-feira, citando quatro pessoas familiarizadas com o assunto.
Hutchinson serviu como assessor do então chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, durante o primeiro mandato de Trump.
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A decisão de investigá-la agora parece estar em linha com o esforço de Trump para procurar vingança contra os seus adversários políticos.
Pam Bondi, antes de ser destituída do cargo de procuradora-geral, dirigiu uma revisão de Hutchinson nas últimas semanas, numa tentativa de apaziguar Trump em meio a reclamações de que ela e outros não estavam fazendo o suficiente, informou o Times, citando duas pessoas informadas sobre o esforço.
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Durante o explosivo testemunho de Hutchinson em 2022, como parte de uma investigação da Câmara sobre a insurreição do ano anterior, Hutchinson disse que Trump sabia que seus apoiadores estavam armados quando os direcionou ao Capitólio dos EUA.
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“Ouvi o presidente dizer algo como: ‘Não me importo que eles tenham armas’”, disse ela. “‘Eles não estão aqui para me machucar. Leve as malditas revistas [metal detectors] ausente. Deixe meu pessoal entrar. Eles podem marchar para o Capitólio a partir daqui.’”