PHOENIX (AP) – A Suprema Corte do Arizona negou o recurso de um promotor de uma ordem para que o falso caso eleitoral do estado contra o ex-chefe de gabinete do presidente Donald Trump, Mark Meadows, o ex-prefeito da cidade de Nova York Rudy Giuliani e outros durante as eleições presidenciais de 2020, fosse enviado de volta a um grande júri.
A decisão marca outro revés para a procuradora-geral democrata, Kris Mayes, enquanto ela luta para levar o extenso caso aos tribunais. O gabinete de Mayes disse que apresentará novamente o caso na íntegra a um grande júri, em vez de encerrar a acusação.
A decisão veio depois que casos semelhantes em Michigan e na Geórgia foram rejeitados pelos tribunais e um promotor especial desistiu de um caso federal no final de 2024 que acusava Trump de conspirar para anular as eleições de 2020. Os casos relacionados ao esquema eleitoral falso permanecem no Arizona, Nevada e Wisconsin.
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Um juiz de primeira instância em Phoenix concluiu em Maio que o primeiro grande júri do caso não tinha visto o texto da Lei de Contagem Eleitoral, uma lei do século XIX que rege a certificação de disputas presidenciais e que foi invocada pelos acusados para se defenderem.
Os advogados de defesa argumentaram que a lei permitia que múltiplas chapas eleitorais fossem submetidas ao Congresso caso os resultados fossem contestados, embora tenha sido alterada em 2022 para especificar que um estado poderia apresentar apenas uma chapa eleitoral e que seria o governador quem assinaria.
Não houve nenhum movimento no caso do Arizona no tribunal de primeira instância desde meados de maio.
O ex-presidente Joe Biden venceu o Arizona em 2020 por 10.457 votos.